
II-O ESPÍRITO SANTO INTERPELA-NOS
Este reconhecimento é realizado em nós pelo Espírito Santo: “Convém-vos que eu vá. Se eu não for, o Consolador (Paráclito) não virá a vós.
Se eu for, enviar-vo-lo-ei. Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (Jo 16, 7).
Para p evangelho de São João, o juízo começou com a ressurreição e a glorificação de Jesus. Foi nesta altura que o Espírito entrou na marcha da humanidade exercendo a sua missão de defensor e introduzindo-nos na Família de Deus:
“Mas os que o receberam, aos que acreditam nele, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.
Estes não nasceram do sangue, nem da vontade carnal, nem da vontade do homem, mas de Deus (Jo 1, 12-13).
O Espírito convencerá igualmente o mundo do juízo no sentido de que desmascara e condena as forças do mal.
Os judeus julgam segundo a carne, isto é, segundo os critérios do judaísmo. Jesus não julga assim:
“Quando vier o Consolador que vos hei-de enviar da parte do Pai, o Espírito da verdade que procede do Pai, ele dará testemunho de mim” (Jo 15-26).
A segunda vinda de Jesus no evangelho de São João nada tem a ver com o modelo apocalíptico de um acontecimento cósmico.
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