
II-ESPERANÇA E FIDELIDADE DE DEUS
Deus é a razão sólida da nossa esperança, pois é fiel mesmo quando nós somos infiéis:
“Mesmo quando nós somos infiéis, Deus continua fiel, pois não se pode contradizer a si mesmo” (2 Tim 2, 13).
Também a carta aos Hebreus diz que o fundamento da nossa esperança é a fidelidade de Deus:
“Conservemo-nos firmemente apegados à nossa esperança, pois o que fez a promessa é fiel” (Heb 10, 23).
Os que fundamentam a sua esperança nas riquezas, estão a edificar para o fracasso, diz a primeira carta a Timóteo:
“Recomendo aos ricos de bens deste mundo que não sejam orgulhosos nem confiem na incerteza das riquezas, mas sim em Deus, que nos dá todas as coisas com abundância, a fim de nos servirmos delas.
Recomenda-lhes que façam o bem, a fim de se tornarem ricos em boas obras. Que sejam generosos e liberais, entesourando para si um sólido tesouro para o futuro, a fim de conquistarem a vida verdadeira” (1 Tim 6, 17-19).
Por ter como fundamento a Palavra de Deus, a esperança cristã confere aos crentes os critérios certos para valorizar e dar sentido às coisas e os acontecimentos.
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